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5 lições de 'Meu Nome é Agneta' para uma vida mais leve

Por Romances e Leituras · · 3 min de leitura
5 lições de 'Meu Nome é Agneta' para uma vida mais leve
(Foto: divulgação) Atriz Karin Franz Körlof interpreta Agneta em filme sueco que entrou para a lista dos mais assistidos da Netflix

O filme sueco “Meu Nome é Agneta”, que entrou para a lista dos mais assistidos da Netflix, conta a história de uma mulher comum que se aproxima dos 50 anos. A personagem passou boa parte da vida tentando atender às expectativas dos outros, dedicando-se a um trabalho sem sentido e a uma família que parecia não a enxergar. Após ser demitida, ela encontra uma nova esperança ao se candidatar a uma vaga de au pair na França.

Na Provença, Agneta conhece Einar, um idoso gay e excêntrico que rompeu com a família tradicional para viver sua sexualidade. Entre os dois nasce uma amizade que a ajuda a resgatar desejos adormecidos e a imaginar uma vida além do caminho que parecia ser o único possível. A história oferece lições sobre autodescoberta, liberdade e a importância de se olhar com mais gentileza.

Nunca é tarde para se descobrir

Agneta construiu sua identidade com base nas funções que desempenhava como esposa, mãe e “mulher direita”. Quando Einar pede que ela conte sua história, a personagem percebe que sabe pouco sobre si mesma. O filme lembra que, aos 49 anos, ainda é possível iniciar uma jornada de autodescoberta e abrir espaço para o próprio prazer.

Pare de viver para cumprir expectativas

Einar diz a Agneta: “Por que deveria ligar pro que os outros pensam? As pessoas só se importam com elas mesmas.” A frase convida a personagem a perceber que o medo do julgamento alheio pode ser libertador, já que cada um é protagonista da própria vida e, na história dos outros, é apenas coadjuvante.

Com as pessoas certas, você brilha diferente

Na Suécia, Agneta escondia suas paixões, como culinária e vinhos franceses, por causa da reprovação do marido. Já na Provença, as pessoas ao redor a fazem se sentir bonita e confiante, demonstrando interesse genuíno por sua história. O filme mostra como a autoestima é influenciada pelas relações e pelos “espelhos” que os outros representam.

Se olhe com atenção e gentileza

Em uma cena, Agneta fica em frente ao espelho e fala com carinho sobre cada parte do corpo. A cena toca na forma crítica como muitas mulheres foram ensinadas a se olhar. O convite é para encarar o próprio reflexo com presença e gentileza, reconhecendo que o corpo é a primeira casa que habitamos.

Ainda dá tempo de reconstruir laços

Einar, quando jovem, precisou romper com a esposa para viver com o homem que amava. A ex-mulher impediu sua convivência com o filho, mas ele nunca deixou de alimentar esse amor. Guardou o quarto do filho e, toda sexta-feira, vestia o terno mais bonito para esperá-lo no bar. Quando o encontro finalmente acontece, a história mostra que um gesto pode ser suficiente para aproximar duas pessoas que desejam estar juntas.

Dance, imagine e se divirta

O marido de Agneta, Magnus, é um personagem rígido e controlador, que transforma o cenário em algo cinza. Já Einar e, depois, a própria Agneta, ensinam que colorir os dias com dança, brincadeiras e imaginação pode ser um caminho para viver com mais leveza, apesar dos desafios.

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