10 filmes imperdíveis para celebrar o Dia do Cinema Brasileiro

Nesta sexta-feira, 18 de junho, é celebrado o Dia do Cinema Brasileiro. A data foi marcada recentemente pela trajetória de produções nacionais em premiações como o Globo de Ouro e o Oscar, com filmes como “Ainda Estou Aqui” (2024), de Walter Salles, e “O Agente Secreto” (2025), de Kleber Mendonça Filho, que lotaram salas de exibição e conquistaram reconhecimento dentro e fora do país.
Antes desses títulos, obras como “O Auto da Compadecida” (2000), de Guel Arraes, “Central do Brasil” (1998), de Walter Salles, e “Cidade de Deus” (2002), de Fernando Meirelles, já ocupavam um lugar especial na memória do público. A produção audiovisual brasileira também ganhou projeção internacional com o Cinema Novo, movimento dos anos 1960 que teve em Glauber Rocha um de seus principais representantes, com clássicos como “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “Terra em Transe” (1967).
Para além dos títulos consagrados, uma seleção de dez obras foi reunida para celebrar a data. Entre elas está “O Céu de Suely” (2006), de Karim Aïnouz, que acompanha Hermila, uma mulher que retorna ao interior do Ceará com o filho pequeno após ser abandonada pelo companheiro e busca reconstruir a própria vida. O filme está disponível na Netflix.
Outro destaque é “Bye Bye Brasil” (1980), de Cacá Diegues, que mostra a Caravana Rolidei percorrendo o interior do país em meio à chegada da televisão e às transformações culturais. O longa pode ser visto no Amazon Prime Video, Globoplay, MUBI e Bandplay. Já “Carvão” (2022), de Carolina Markowicz, mistura humor ácido e crítica social ao contar a história de uma família que aceita esconder um criminoso estrangeiro em troca de dinheiro. Está disponível no Globoplay, Amazon Prime Video e YouTube.
“Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo” (2009), também de Karim Aïnouz, acompanha um geólogo em viagem pelo sertão nordestino enquanto revisita memórias amorosas. O filme está no Amazon Prime Video e YouTube. “Reflexões de um Liquidificador” (2010), de André Klotzel, é narrado por um liquidificador falante e aborda a solidão com humor e fantasia, disponível no Google Play.
“Bicho de Sete Cabeças” (2001), de Laís Bodanzky, inspirado em fatos reais, retrata a violência em um hospital psiquiátrico após um jovem ser internado pelo pai. O filme está na Netflix e MUBI. “O Lobo Atrás da Porta” (2013), de Fernando Coimbra, é um suspense sobre o desaparecimento de uma criança que expõe ciúmes e obsessões, disponível no Globoplay, Amazon Prime Video e YouTube.
“Café com Canela” (2017), de Glenda Nicácio e Ary Rosa, mostra uma mulher em luto que encontra apoio em uma amizade inesperada, no Amazon Prime Video. “Um Homem Sem Importância” (1971), de Alberto Salvá, retrata a rotina de um funcionário público e suas frustrações, disponível no YouTube. Por fim, “Terra Estrangeira” (1995), de Walter Salles e Daniela Thomas, aborda temas como migração e identidade ao acompanhar um jovem brasileiro que vai para Portugal em busca de oportunidades, disponível na Netflix e Globoplay.


